3 de dezembro de 2019

    Como transformar o setor de TI em um gerador de receita ($!)

    O setor de tecnologia de informação é, definitivamente, protagonista nas empresas em funcionamento e crescimento dos dias hoje. Cabe aos gestores dessas instituições definir somente se será protagonizado o sucesso ou o fracasso da empresa em questão. O sucesso que depende do setor de TI envolve planejamento de redução de custos; determinação de metas mais agressivas; ações executadas em tempos recordes e obtenção de resultados em menores prazos.

    As empresas passam a ter a TI como geradora de receita quando os investimentos no setor são otimizados em prol da melhora da experiência do usuário, do suporte oferecido e da criação de novos produtos e serviços.

    Novidades que você precisa conhecer

    Entre as metodologias e ações – novidades no universo virtual – capazes de transformar o setor de tecnologia da informação em um setor gerador de receitas estão:

    – DevOps: uma prática de integração e implantação contínuas; feedbacks contínuos e de comunicação de tudo o que diz respeito ao setor de TI de uma empresa; com diretrizes relacionadas ao desenvolvimento de softwares, ao controle de qualidade e à infraestrutura.

    – Digital Business: que, segundo especialistas, se resume à criação de projetos para novos negócios através da interligação entre o digital e o não digital (físico), baseado primordialmente na convergência, substantivo feminino que, no dicionário, significa direção para um ponto comum.

    Informações que você já conhece, mas estão mais em alta do que nunca

    Além do já mencionado, apresentamos abaixo outras informações que, apesar de quase (ou bastante) óbvias, são importantes quando a gestão de uma empresa está preocupada em obter lucros advindos do trabalho do setor de TI. Todas envolvem a melhoria de pontos custosos e a redução de gastos desnecessários, ambos fatores geradores de receita. Vamos a elas:

    – uma equipe que não produz ou não produz o suficiente deve ser remanejada;

    – falhas na comunicação também devem ser trabalhadas e eliminadas;

    – é totalmente necessário investir no aproveitamento e na modernização de equipamentos, softwares e servidores. Itens ultrapassados ou sem a totalidade de suas capacidades corretamente aproveitadas ou não funcionando de maneira integrada (se você tiver dúvidas sobre integração, dá uma olhada no conteúdo que preparamos sobre integração de sistemas) são itens que, ao invés, de gerar receita, causam prejuízo; 

    – automação é fundamental: trabalho e retrabalho por falta de automação não podem mais ser parte do dia a dia da empresa. Gestores devem banir a repetição de atividades que poderiam ser realizadas apenas uma única vez e com máxima excelência por máquinas e equipamentos; 

    Uma ressalva importante

    Ressaltamos que investir em automação de processos não é sinônimo de abandono dos investimentos na capacitação e na contratação de colaboradores. Quando um bom gestor investe em automação, ele reconhece e, ao mesmo tempo, deixa claro aos seus colaboradores, que não haverá substituição da mão de obra humana pelo trabalho de máquinas, mas sim algumas trocas de tarefas. As máquinas passam, então, a realizar trabalhos para os quais são desenvolvidas e, desta forma, otimizam atividades. Enquanto, do outro lado, colaboradores têm maior espaço aberto para investir seu tempo em ações estratégicas (fizemos um ótimo conteúdo sobre automação pra falar disso). 

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