14 de agosto de 2019

    Toda transformação digital começa em uma transformação analógica. Como assim?

    A transformação digital nada mais é do que a adaptação de uma empresa (de qualquer porte) ao mercado dos dias atuais. Mas, ao contrário do que muitos pensam, transformar uma empresa “digitalmente” não é só enchê-la de novos equipamentos e modernizar seus processos, por exemplo, colocando todos os arquivos e as informações lá em cima, na nuvem.

    É claro que o investimento em soluções tecnológicas também faz parte da renovação de uma companhia, facilita o trabalho de seus funcionários e leva mais satisfação a cada cliente, além de reduzir a burocracia de processos e ampliar a produtividade e a eficiência. A questão é que novos e modernos equipamentos, softwares e sistemas não trabalham sozinhos e não podemos esquecer que os olhos por trás das telas e a mão que manuseia o mouse pertencem a seres humanos: a transformação é digital, mas as pessoas sempre serão analógicas.

    Então, para que uma empresa chegue com o pé na porta do mundo digital, é necessário ter planejamento e fazer muitas análises. O planejamento definirá políticas internas e irá adequar a estrutura gerencial da empresa e as análises contábeis, tributárias e de infraestrutura reduzirão riscos, levantando perguntas como “o que é realmente necessário aqui?” e “como vamos arcar com os custos desta mudança?”. Tem mais! Saber abraçar a mudança e ser capaz de transformar hábitos também podem ser considerados fatores importantíssimos para a transformação digital. Isso cabe única e exclusivamente a ninguém mais, ninguém menos do que todos os envolvidos no funcionamento da empresa.

    A transformação digital é de todos

    Porque desde que o mundo é mundo, toda mudança só acontece quando se adequam e inovam os hábitos dos seres humanos. O digital é, sim, uma ferramenta, mas a transformação é uma transformação de hábitos. Funcionários de uma empresa que passa por transformação digital precisam, antes de mais nada, compreender de maneira integral o produto e/ou serviço que vendem. Também precisam compreender o que levou a empresa a definir pela necessidade de promover essa mudança, quais seus pontos positivos e quais os objetivos desta transformação (para quais caminhos ela pode levar).

    Além disso, todos os que pertencem a uma empresa “digitalmente transformada” precisarão assumir que a tecnologia será parte integrante do processo e aprenderão a utilizar as novas e modernas ferramentas. Também irão desenvolver novos hábitos relacionados à segurança de dados e de informações e novos formatos de atuação com a transparência. Funcionários de uma empresa que passa por transformação digital são, portanto, (re)capacitados e ganham mais energia e motivação. E mais: entendem que errar faz parte do processo, desde que haja espaço para a apresentação de soluções.

    Um case de sucesso da transformação digital chamado Itline

    Exemplo de renovação e de adequação da cultura do digital ao formato de trabalho, a Itline comemora 15 anos de vida com Sylvia Bellio no comando e sendo mundialmente reconhecida como empresa de tecnologia. O presente de aniversário foi muito merecido: a Itline passa a fazer parte da seleta lista de lugares certificados como os melhores lugares para trabalhar, conquistando o GPTW (Great Place To Work). Não tem quem não reconheça o vínculo entre a conquista e a transformação digital e a renovação da empresa, afinal, foram as mudanças que adicionaram ao formato de trabalho mais transparência, mais fluidez de informações e maior segurança de dados, o tripé dos sonhos para qualquer ambiente corporativo e para qualquer cliente. Entre gestores e funcionários, não tem ninguém que se esqueça do tamanho da complexidade da missão de transformação digital (e analógica!) da empresa. Todos admitem: apesar de árdua, a missão é muito possível. E rende ótimos frutos! Deu pra perceber, né?

    Fonte: CDT

    Entre em contato conosco !